[ WonderlanD ]

Uma parte, um pedaço, um tanto da história... Em especial para meus queridos familiares e amigos será onde contarei algumas coisas sobre os meses que passarei fora, as historias... acontecimentos engraçados ou não, mas felizes... Amo muito vocês e levo comigo a parte de cada um sempre... em meu coração! Para vocês que são especiais está será nossa forma de comunicação para os meses seguintes... Espero atualizar o máximo possível...



Terça-feira, Março 25, 2008

Dia de amores e bolachas ...

BOLACHA DE MAISENA

Estava hoje lembrando das histórias do meu passado.
Não que fiquei o dia todo pensando nisso, choramingando ou idealizando as coisas que passaram.
Aliás, o tempo às vezes faz isso, então cuidado com as coisas que você lembra... pode ser tudo uma ilusão da ótica do tempo.
Tive vários, ok não foram tantos assim, mas de qualquer maneira tive vários amores.
Algumas pessoas que eu acreditei realmente amar, outras que amei, alguns que eu achava que era amor e era atração,
outros que acharam que me amaram, outros tantos que me magoaram, e talvez, até alguns que me amaram de verdade.
Guardo com muito carinho algumas cartinhas de amor que recebi, alguns cartões, poema, cd...
enfim coisas que me foram dadas em momento que eu era especial.
Para esta, ou aquela pessoa.
Vejo que não me arrependo de ter feito as coisas que fiz e as escolhas que tive.
Porque de um modo geral vivi tudo até a última gota.
Até minha última gota. Algumas gotas a gente derruba sozinha no fim de uma relação.
Normalmente amargas ou doces demais.
No meu caso foram ambas. Risos.



O fato é que passado um tempo a gente lembra de alguns detalhes não tão maravilhosos assim.
Que às vezes os beijos eram ótimos, outras nem tanto.
Que às vezes o sexo era extasiante, outras, comum como uma bolacha de maisena.
As memórias que irão permanecer mais fortes, o tempo dirá. Sempre ele.
Meu primeiro amor que o diga, passou inabalável pela linha do tempo.
Sinto seu perfume, o calor do beijo, suas mãos em minha cintura, somente fechando os olhos.
Foi muito forte e até hoje e desde sempre, tenho vontade de encontrá-lo pessoalmente.
Sentar, tomar cerveja e levar longos papos de como a vida nos fez diferentes daquele verão de 1996.
Uma pena, queria ter conservado melhor aquela menina das sandálias Melissa.
Ai teve o primeiro namoro. Tudo louco e diferente. Mas fomos apressados demais.
Me assustei com declarações antes da hora, anel de compromisso e deixei essa paixão inacabada pelo medo.
Com este tive oportunidade de conversar depois, de olhar e ver que lindo homem ele se tornou.
(E põe lindo nisso, risos!)
Então o amor-amigo, amigo-amor, que me tirou do sério, me levou e me trouxe várias vezes ao mesmo ponto.
Alguém que mexe comigo sempre, sempre irá mexer. Não importa onde eu encontre, quanto tempo passe, quem em minha vida esteja.
Vou balançar. Sei disso porque pude comprovar. Mexe mesmo. Balança, abala minhas estruturas físicas e mentais.
Terreno que mesmo antigo, irreconhecível. Frágil.
O erro. Veio logo depois. Mas esse foi puramente química. Eu confundi com amor, paixão.
E no fundo não era nem um, nem outro.
Então meu primeiro amor adulto. A mistura do céu e o inferno afetivo. O êxtase e a bolacha de maisena.
Algo que começou diferente e terminou banal. E torna toda a história mágica em algo completamente humano.
Como um filme lindo que se assiste e tem um final ordinário.
Acabamos por julgar todo o conjunto da obra pelos toscos diálogos do “the end”.
Nenhuma de minhas histórias até agora tiveram um finalzinho tão fajuto.
A próxima talvez já tenha começado, às vezes acho que sim... outras me certifico que não...
A gente nunca sabe, a gente sempre imagina.
Mas antes de contar outro enredo, melhor saber a quantas mãos a história está sendo escrita.
Senão, melhor fechar o livro e esperar por outra inspiração.
Me diz: é???



[amor meu grande amor, só dure o tempo que mereça]

postado por: CHAFFIC FRIEND 12:15 AM Mande notícias:




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