[ WonderlanD ]

Uma parte, um pedaço, um tanto da história... Em especial para meus queridos familiares e amigos será onde contarei algumas coisas sobre os meses que passarei fora, as historias... acontecimentos engraçados ou não, mas felizes... Amo muito vocês e levo comigo a parte de cada um sempre... em meu coração! Para vocês que são especiais está será nossa forma de comunicação para os meses seguintes... Espero atualizar o máximo possível...



Segunda-feira, Janeiro 28, 2008

Dia ... chuvoso e frio ...

Segundo o amigo Vitão uma boa idéia seria escrever sobre pessoas e lugares que eu conheço.
Lugares ainda não cheguei nem próximo de um número para minha pretensão de viajante, satisfatório.
Pessoas conheço relativamente várias. Conhecer. Porque saber que existem, isso não significa que você conheça.
Diz a lenda que você só conhece alguém quando tira férias com a pessoa, quando mora junto ou quando casa.
E por isso posso afirmar que conheço muitas pessoas.
Não darei nome aos bois porque não é justo colocar uma visão que possa ser pessoal sobre uma pessoa mesmo que seja um elogio.
Ainda mais quando é elogio. Risos. Não sou muito de rasgação de seda e quando sou a pessoa sabe muito bem o porque.
Então.. é só pensar em alguém agora.. que é o mais difícil...
E após algumas sugestões... o personagem está escolhido.
Com vocês...

“A Paiona” (é nome não vale..mas não falei nada sobre apelidos)
Conheço essa garota desde que me conheço por gente. Ou mentira. Conheço até onde é possível conhecer uma pessoa complicada como ela.
Éramos conhecidas na infância como o lado mal uma da outra. Porque tínhamos as idéias mais absurdas quando estávamos juntas e vivíamos nos batendo.
De pancadaria mesmo, acha o que? A Paiona era dos golpes baixos com direito a puxões de cabelos e mordidas.
Eu nunca fui santa também revidava com chutes e beliscões.
Mas com os anos a gente foi acalmando... ela virou uma menina trabalhadora mas continuou a manter seu lado autista e complicado.
Ninguém muda completamente a personalidade da infância. Ainda bem. Isso fez dela uma menina até hoje responsável.
E uma pessoa dedicada quando ama. Isso quem pode falar mais é o futuro marido.
Aliás um estudo que tem que ser feito é como duas pessoas jovens decidem casar no Carnaval???
Heim Paiona??? Me explica isso direitinho porque até agora não achei uma resposta razoável. Risos.
Porque afinal de contas... é uma data para fazer tudo que é cagada, mas casar não né? Kakak.
Isso é mais coisa de maio, mês das noivas. Mas enfim... Te perdôo porque te amo!
E porque família sempre fará coisas da qual você não terá a mínima idéia da razão por serem feitas.
Mas ela é muito mais que isso.. é uma pessoa boa de coração.
Dura com ela mesma e às vezes distante.
Quando está na fase mais sociável... difícil não amá-la.
Espero que você seja muito feliz... que tudo na sua vida seja mais alegre cada vez mais...
seus sonhos dependem de você, porque são parte integral de sua personalidade forte.
Uma mulher em todos os sentidos da palavra.
Uma rocha.
Uma amiga.
Um ser iluminado e completamente inexplicável.



[Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol./ Ambos existem; cada um como é.]
Fernando Pessoa

postado por: CHAFFIC FRIEND 8:02 PM Mande notícias:


Segunda-feira, Janeiro 21, 2008

Dia Feliz... 2008... Ano Feliz... Apaixonada sim, e daí?

Nossa tanto tempo sem escrever algo feliz... que acho que já nem lembro como escreve. Não como se escrevem coisas alegres.
Mas palavras em geral. Coisas felizes são indescritíveis muitas vezes. Ou você sente ou deixa passar.
Ou melhor. Não quero deixar passar!
Porque estou feliz! Como não me sentia há tanto tempo.
Acho que talvez se eu me esforçar bastante você conseguirá imaginar as letras inclinando para baixo... denunciando um sorriso nos lábios de quem escreve.
Sim feliz! Sorridente! Apaixonada!
Pela vida. Pelo futuro. Pelo presente. Por alguém especial também. E por quê não?
Bom esse texto vai ser enorme... mas a maioria nunca lê até o final mesmo. Então paciência para quem ler. E coragem para quem escreve.
Começou exatamente na meia noite do dia 01 de Janeiro. Que eu fazia contagem regressiva há um mês... algo como os últimos dias para jogar tudo que me fizesse mal para trás. Jogar mesmo. Algumas coloquei no lugar devido. Passado. Outras joguei meio que no lixo mesmo porque já não me serviriam de nada. Sinto dizer que coisas que julgava preciosas foram para lá também. Sinto não. Aliás. O não sentir fez com que eu nem precisasse mais pensar nessas coisas. A não ser agora enquanto escrevo para tentar trazer esse maravilhoso ano que começou à vida.
Estava para lá de Bagdá depois do bombardeio na virada do ano. Então eu e Berga fomos para a VEGA encontrar mais amigos. Rachamos mais uma garrafa de Vodka que foi suficiente para no meio da festa eu continuar dançando, andando... mas com uma amnésia tão incrível que boa pergunta como subi escada e abri a porta na volta. Mas era o que eu precisava mesmo! Um porre bem tomado para lavar a alma. E foi o que fiz. E sinceramente foi ótimo. Porque nem tão bêbada eu fiquei triste. Bêbado que chora sofre. Bêbado que esquece ... era porque tava se divertindo pra caralho!!!
Durante o dia uma ressaca da peste. Visita de amigos... e despedida do meu cãozinho que vinha para casa pela primeira vez e showzinho básico de uma banda doida que toca um som diferente dos que conheço.
Dia dois... algumas cervejas, porque dia primeiro não rolou. Arrumei minha mala. Porque na mesma noite eu iria para Curitiba. No busão... capote total. Um cansaço sem fim se apoderou de minha pessoa o suficiente para durar a viagem toda.
Chegando em Curitiba o Vitão foi me buscar na rodoviária e fomos para o apartamento dele dar um oi para a família e para Paçoca. Eles são pessoas muito especiais mesmo.
De lá fomos ao mercado e comprar remédio para minha garganta que estava só o pó. Passamos no mercado Municipal e compramos várias garrafas de vinho 6 eu acho que foram ou 8. Que seriam para todos os dias da Ilha. (rs) De lá uma passada no mercado para compra comida e material de limpeza. “Será que a gente leva cerveja também?” – “Ah de repente é uma boa.” – “Uma caixinha ou duas?” – “Ah vamos levar duas só no caso de precisar.” (rs) Bom essa é outra história.
Passamos deixar a prima dele em casa e seguimos rumo à Saint Etiene. O tempo estava aberto e o Vitão foi pegar ondas, eu? Tive meu primeiro momento autista mexendo na areia e pensando na vida. O mar é um dos melhores lugares para isso. Na volta pensamos em colocar umas latinhas no freezer só para beber um pouquinho enquanto eu contava toda a saga do meu ano passado. Já sem dor. Então foi uma, duas... três... enfim... quando vimos todo estoque de cervejas da ilha já tinham ido embora. Hahahaha... ou seja... uma caixinha de cerveja por cabeça. Acordei tarde meio atordoada ... o Vitão devia ter acordado fazia tempo... o suficiente para colocar os coraçõezinhos que estavam na geladeira no espeto. Fiz uma mini-maionese com o que tinha na geladeira e uma salada trama com o que estava lá também. Comi um montão. E então fomos encontrar os amigos dele em Caiobá (Bruna, Cris e Paty) no show do Blindagem. O cantor parece a Cuca do Sítio do Pica-pau Amarelo. De verdade... a Cuca do nosso tempo. Não a sarada que faz ginástica que tem agora. (rs) O show foi muito divertido... até a hora que terminou e despencou uma chuva surreal. Então o que se há de fazer??? Tomar aquele banho de chuva torrencial. Corri que nem louca... aí deu uma vontade louca de ir ao banheiro...mas não tinha lugar... aí é galera. Foi ali mesmo na corrida... com a chuva com tudo! Hahahaha... Uma das primeiras maluquices do verão. Chegamos no carro com o celular do Vitão morto já com tanta chuva que tomou. Ele não quis deixar na loja e passar para pegar de carro. Eu fui sentada no chão do carro... para não molhar o banco inteiro. Chegamos na casa, eu desci para abrir o portão... os dois carros entraram... Então olhei para frente.. tinha uma piscina... não deu outra... Eu e o Vitão tivemos a brilhante idéia de dar peixinho! Ralei meu cotovelo lógico... a piscina não era assim tão funda! (rs) Os amigos deles uma hora dessas já deviam estar abismados! “Quem é essa maluca que vai dividir a casa com a gente na ilha?!” (rs) Na verdade eu não faço idéia do que pensaram! Entramos tomamos banho.. uma fila indiana para pegar chuveiro... mas deixaram eu ir primeiro. Só porque estava encharcada. Então fiz macarrão com molho para galera... todo mundo morrendo de fome e meio bebaco.
No dia seguinte pulamos cedo. 06 da matina... jogamos tudo no carro e fomos encontrar o Dani, a Dominica, o primo do Dani que levou a gente... e o Jeff o americano que ia com a gente. Chegamos no Lobão colocamos tudo no carro e seguimos em direção à Pontal. Lá paramos no estacionamento e andamos até o local de pegar a barca. Gente... quanta mala!!! Hahahaha... parecia que iríamos ficar um mês! Pena que não era tudo isso! Enfim... Na barca fomos tocando violão e tive mais tempo para observar o tal americano que estava indo com a gente. (Não é que ele é bonito, mas é tão quieto... não fala nada...)
Chegando lá... o cachorrinho hostil... cheirando tudo e todos. Passamos de boa. Ainda bem... Nisso o tiozinho da mala...meu Deus. O cara tinha motor... sumiu junto com o Vitão... a galera tentando acompanhar... eu tentando observar o caminho para não me perder... olhando tudo achando tudo tão lindo... e pensando... Nossa... como demorei tanto para vir para cá?.... Nossa quando olhei o lugar que iríamos ficar e a casa... Fiquei muuito feliz! Que casinha mais fofa! (Cara de casa de estrangeiro mesmo!) Fiquei no quarto da frente com a Paty! Jeff e Vitão ficaram no quarto que tinha cheiro de xixi. Os casais foram para os quartos de cima que eram exatamente camas para tal. Pensei ainda bem... porque bêbada eu não subo muito menos desço essa escada! (rs)
Arrumamos as coisas na casa e seguimos rumo à praia. Nossa que lugar lindo! Não queria mais voltar!!! Colocamos a cerveja para gelar e compramos mais... é na verdade nossos cálculos de bebedeira estavam fora dos padrões! Hahahhaha....
De noite fomos fazer Luau na nossa praia... Nisso pintou um clima entre mim e Jeff. Levei ele para pular as ondinhas, para brincar de aviãozinho na areia (uma das coisas que amo fazer na praia.) Então o povo começou a cantarolar “Love history” dizem que fiquei meio brava! Rs... intriga da oposição! (rs) Sei que todo mundo subiu e fiquei na praia com o Jeff. Dançamos sem música, cantamos, conversamos um monte e ficamos abraçados. Mas por alguma razão eu não o beijei aquela noite. Pensei que ele nunca mais ia tentar nada e ia me achar uma maluca. ( Bom a segunda parte acho que ele continua achando. Rs.) Subimos e fomos dormir. De manhã fomos para a praia em frente de casa novamente... para descansar e tomar sol... e várias cervejas... como fizemos todos os dias. Em uma média de 5 caixinhas por dia, em 4 pessoas. (rs) Aquele dia na praia conversei um monte com ele... o povo ia e vinha do mar, da casa, e eu ficava ali conversando com o Portuga. No fim de tarde subimos para ver o Pôr-do-sol no Farol. Eu, Paty, Vitão, Dominica e Jeff. Nossa que lugar lindo.. Subimos literalmente no Farol.. que era um sonho antigo... fiquei muuito feliz... Nossa é emocionante. Eu sempre quis fazer isso! Na descida muitas e várias fotos! Então o Vitão: “- Vamos reproduzir a cena do Titanic, vai lá Robis e Jeff”. Nisso ele falou várias no meu ouvido... aí descemos sentamos em uma pedra, começou a esfriar... aí ele me abraçou para me aquecer. Nisso a galera desceu... falou “- Bom a gente vai nessa fiquem aí para ver as estrelas que é bem lindo.” (rs) Ficamos... aí ele veio me dar um beijo e ainda virei para pensar um pouco “- So, I’ll have to fight another day. No problem.” Então virei e dei um beijo nele. Ficamos algum tempo lá. Na volta uma escuridão que só... ainda bem que eu estava com o celular para iluminar um pouco. Nossa que medo que passamos na parte de mata fechada. Mas graças à Deus não aconteceu nada. E rimos um monte depois. Na casa o povo fez brincaderinhas mas levamos na boa. Ficamos tocando música, fazendo caipirinha e conversando até altas horas. Foi muito bom!
Outro dia praia do Belo lugar maravilhoso para ver o Pôr-do-sol mais lindo do mundo! E toda a galera da casa era muito especial. A Dominica até panqueca fez um dia pela manhã. Na trilha o homem que embalava a criança na rede mais parecia um personagem de um filme. Que lugar, que astral, que sensação. Nem queria mais saber de cidade, carros, prédios, barulho. Já preferia estar ali mesmo. No lugar onde eu estava. Para que ir embora?
Então vieram o dia da camelada até o Forte.... uma trilha fechada, um torrão que eu havia tomado pela tarde do dia anterior, e as praias lindas. O cemitério com aquela coisa mais estranha e o arrepio na espinha. É a ilha desperta nas pessoas e aumenta as sensações mediúnicas. Na real mesmo! Andamos muito para ver os golfinhos que não vieram. Mas ... valeu a pena mesmo assim! De cima do morro do forte é uma das vistas mais lindas da Ilha do Mel. Na volta paramos na Pousada Pedra da Baleia, tomamos uma caipirinha sensacional e o tal do pica-pau. Nossa que coisa deliciosa. Queria até uma garrafa. Passamos na vó da Bruna... então a turma se dividiu para volta. Uns queriam ir pela mata... Eu o maior alvo dos mosquitos da ilha... que depois merece um texto a parte, preferi ir pela praia. Então... eu, Vitão e Paty fomos caminhando na areia linda... onde os plânctons brilham no escuro quando você os chuta. Nossa aquele local é todo especial. Logo a outra turma se juntou à nossa e fomos todos juntos. Vitão, Dani, Dominica, Eu e Jeff paramos no Abutre para mais uma cervejinha e um pouco de Forró. E foi assim... praia de tarde, Farol para pôr-do-sol, Forró de noite. A pousada Plâncton com as comidas deliciosas e as pessoas mais simpáticas. O Barranco Bar com o Forró mais animado. E um sentimento que começou a tomar conta de mim. Antes ignorado, depois do vinho... aceito de bom grado! Dormi um noite inteira no puff com o Jeff fazendo carinho no meu cabelo. Foi assim especial. Nem sei como aconteceu na realidade. Mas de repente me peguei pensando nele. A despedida da Ilha foi uma chuva só... como se o céu também chorasse por irmos embora. O barco quase virando de tanto balanço. E a toalha colocada sem pedir no meus ombros para me protegerem do frio. Já em terra firme uma nostalgia já batia em todos nós. Uma sensação estranha ir embora. De noite fomos no Dani comer churras. Ficamos até bem tarde, a família dele é o máximo. A tia dele me deixou morrendo de vergonha, mas levei na boa. Depois Dani e Jeff foram comigo e com o Vitão para casa dele. Foi uma conversa estranha de despedida. Uma tristeza. Nem dormi de noite. Na subida da Serra eu em silêncio. Truque para não chorar. Ai ai... como é bom ter histórias para contar. Vou parar por aqui hoje. Tem mais... bom resumindo... Amigos do Vitão na casa deles, música boa em Vinil, almoço e jantar “junk-food” (delicioso) Ônibus de volta... dor no peito. E ainda... visitas ilustres e uma nova despedida aqui em minha casa. Sim eles vieram para cá, o Jeff também! Foi tudo até então... nesse 2008! A coisa mais especial que já poderia ter me acontecido! Obrigada amigos, obrigada Vida!
Seja bem vindo ao Blogg em nova fase! Sinta-se à vontade! Sorria e seja feliz!!!!!

PS: Faltou tanta coisa... mas farei capítulos à parte... do 01, 02, 03 & 04(Euzinha)!!!




[How I wish, how I wish you were here...]

postado por: CHAFFIC FRIEND 7:17 PM Mande notícias:




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