[ WonderlanD ]

Uma parte, um pedaço, um tanto da história... Em especial para meus queridos familiares e amigos será onde contarei algumas coisas sobre os meses que passarei fora, as historias... acontecimentos engraçados ou não, mas felizes... Amo muito vocês e levo comigo a parte de cada um sempre... em meu coração! Para vocês que são especiais está será nossa forma de comunicação para os meses seguintes... Espero atualizar o máximo possível...



Domingo, Agosto 17, 2008

Dia de ... tentar mudar!

O perigo de viver no automático

Já faz tempo que minha vida segue no automático.
E isto não tem nada de saudável ou feliz. Ao contrário é perigoso.
Fazemos isto quando não estamos muito realizados com as coisas que nos cercam e
então, cansamos de pensar no que fazer para mudar.
Aí que mora o perigo.
O automático te tira a capacidade de tomada de decisões.
Você esquece de pisar no freio ou acelerador. Porque afinal, as coisas estão caminhando desta maneira.
Não é o que você queria, mas tudo bem. Não está feliz, mas tudo bem. Não tem emoções fortes há algum tempo, mas tudo bem.
O trabalho está um tanto estagnado, mas tudo bem. Você ainda não mandou os papéis que iria mandar até abril, já é agosto, mas tudo bem.
Pare! Pense!
Tudo bem é o caralho!
Não está! Nada está bem!
Nem o tempo, nem você, nem sua alegria você lembra onde deixou, não tem vontade de fazer exercícios, nem festas, nem passeios.
Acorda, toma café, trabalha, volta, almoça, trabalha, academia ou não, janta, assisti à televisão, um pouco de conversa, dorme.
E ainda dorme mal.
Ficar no automático é um crime contra sua autobiografia.
É matar-se aos poucos. Virar um espectro de você mesmo.
Então, por que permaneço?
Já sei, me darei um tempo. Tenho uma semana para sair do automático.
Para agitar a vida um pouco. Dar calor, dar vida. Alegria e tudo o mais que me faz falta.
Um beijo, um susto, um pulo, um piquenique...
Algo tão vivo que acelere todo meu corpo!


[Coragem, coragem, se o que você quer é aquilo que pensa e faz]

postado por: CHAFFIC FRIEND 8:49 PM Mande notícias:


Terça-feira, Março 25, 2008

Dia de ... amores e bolachas ...

BOLACHA DE MAISENA

Estava hoje lembrando das histórias do meu passado.
Não que fiquei o dia todo pensando nisso, choramingando ou idealizando as coisas que passaram.
Aliás, o tempo às vezes faz isso, então cuidado com as coisas que você lembra... pode ser tudo uma ilusão da ótica do tempo.
Tive vários, ok não foram tantos assim, mas de qualquer maneira tive vários amores.
Algumas pessoas que eu acreditei realmente amar, outras que amei, alguns que eu achava que era amor e era atração, outros que acharam que me amaram, outros tantos que me magoaram, e talvez,
até alguns que me amaram de verdade.
Guardo com muito carinho algumas cartinhas de amor que recebi, alguns cartões, poema, cd...
enfim coisas que me foram dadas em momentos que eu era especial.
Para esta, ou aquela pessoa.
Vejo que não me arrependo de ter feito as coisas que fiz e as escolhas que tive.
Porque de um modo geral vivi tudo até a última gota.
Até minha última gota. Algumas gotas a gente derruba sozinha no fim de uma relação.
Normalmente amargas ou doces demais.
No meu caso foram ambas. Risos.



O fato é que passado um tempo a gente lembra de alguns detalhes não tão maravilhosos assim.
Que às vezes os beijos eram ótimos, outras nem tanto.
Que às vezes o sexo era extasiante, outras, comum como uma bolacha de maisena.
As memórias que irão permanecer mais fortes, o tempo dirá. Sempre ele.
Meu primeiro amor que o diga, passou inabalável pela linha do tempo.
Sinto seu perfume, o calor do beijo, suas mãos em minha cintura, somente fechando os olhos.
Foi muito forte e até hoje e desde sempre, tenho vontade de encontrá-lo pessoalmente.
Sentar, tomar cerveja e levar longos papos de como a vida nos fez diferentes daquele verão de 1996.
Uma pena, queria ter conservado melhor aquela menina das sandálias Melissa.
Ai teve o primeiro namoro. Tudo louco e diferente. Mas fomos apressados demais.
Me assustei com declarações antes da hora, anel de compromisso e deixei essa paixão inacabada pelo medo. Com este, tive oportunidade de conversar depois, de olhar e ver que lindo homem ele se tornou. (E põe lindo nisso, risos!)
Então o amor-amigo, amigo-amor, que me tirou do sério, me levou e me trouxe várias vezes ao mesmo ponto. Alguém que mexe comigo sempre, sempre irá mexer. Não importa onde eu encontre, quanto tempo passe, quem em minha vida esteja.
Vou balançar. Sei disso porque pude comprovar. Mexe mesmo. Balança, abala minhas estruturas físicas e mentais. Terreno que mesmo antigo, irreconhecível. Frágil.
O erro. Veio logo depois. Mas esse foi puramente química. Eu confundi com amor, paixão.
E no fundo não era nem um, nem outro.
Então meu primeiro amor adulto. A mistura do céu e o inferno afetivo.
O êxtase e a bolacha de maisena.
Algo que começou diferente e terminou banal.
E torna toda a história mágica em algo completamente humano.
Como um filme lindo que se assiste e tem um final ordinário.
Acabamos por julgar todo o conjunto da obra pelos toscos diálogos do “the end”.
Nenhuma de minhas histórias até agora tiveram um finalzinho tão fajuto.
A próxima talvez já tenha começado, às vezes acho que sim... outras me certifico que não...
A gente nunca sabe, a gente sempre imagina.
Mas antes de contar outro enredo, melhor saber a quantas mãos a história está sendo escrita.
Senão, melhor fechar o livro e esperar por outra inspiração.
Me diz: é???



[amor meu grande amor, só dure o tempo que mereça]

postado por: CHAFFIC FRIEND 12:15 AM Mande notícias:


Domingo, Fevereiro 17, 2008

Dia de domingo ... dia quente... like myself rs

PS: That was vain! And also a joke!



Ontem assisti o filme PS I Love You.
Lindo. Mesmo. Pode até parecer fantasioso mas em alguns aspectos é bem realista.
O bom de ter ido ao filme de romance foi não me identificar tanto mais com a mocinha.
Nem identificar nada de familiar nas atitudes do galã do filme.
Não, normalmente seu namorado não parece, nem faz coisas parecidas.
Sim, você enxergava isso porque o amava.
E quando isso se vai, você pensa somente.
Nossa que história triste.
Não gostaria de estar na pele desta personagem.



Algumas partes sim do filme me identifiquei bastante.
Na ocasião ela enterra o marido, no bar, com direito a shots.
Algo que pensei, nossa é como gostaria que fizessem comigo.
Vi que a gente enterra vários relacionamentos.
O “enterro” muitas vezes simbólico passa por fases parecidas com a do filme.
No começo deitamos no sofá, mal saímos de casa e esperamos que algo nos enterre junto.
Sofremos, tocamos as piores canções, as mais tristes, e revivemos momentos olhando para fotos, malgradando o futuro.
Até que vem a tal “carta”, a primeira.



Muitas vezes amigos, colegas, familiares...
Eles finalmente te tiram do seu casulo, do seu martírio e te levam ver o mundo novamente.
Aos poucos você descobre uma cor ali, outra ali.
Vê que tem pessoas vivendo à sua volta, all around.
Então como no filme faz sua primeira viagem.



Muitas vezes em locais onde antes lembravam ele... começam a escrever novas histórias.
Uma das cenas engraçadas do filme, é quando ela beija e faz sexo novamente com outro homem.
Como ela você sente que não, tem algo de errado.
Não vai encaixar, não bate, o beijo não vai ser bom e tudo vai ser sem cor e embaçado.
Mas você acaba por pensar: foda-se.
Ele está enterrado, eu viva.
Ou retomo meu ser ou afundo na amargura.
Então você se entrega, e voilá.
Tem sangue nas suas veias.
Sim você sentirá prazer com outra pessoa, sim às vezes mais que imaginava.
Você percebe que as coisas mudam, e que você sim mudou.
Não é mais uma menina medrosa e desprotegida.
Que recuperou as rédeas de sua própria vida.



You can. Do wherever you want with whoever you want the way you feel like it.
Isso te liberta.
Do resto da dor que ainda pudesse sentir.
De um dia para o outro você volta a ser feliz.
Você olha para o passado com os olhos claros e limpos da memória.
Não mais com a miopia da paixão.



Ele foi bom, para aquele período da sua vida.
Mas a vida segue. E surpreendentemente bem.
Você com você mesma aprendem a ser ótimas companheiras.
Até que o amor forte e franco surja novamente na sua vida.
Sem causar tanto furor.
Mas sem a dor de outrem.
Os corpos novos tem danças tão bonitas quanto.
Tão quentes ou mais.
Diferente sim.
Como você mesma ficou.

[PS Don’t Love You Anymore]

postado por: CHAFFIC FRIEND 6:14 PM Mande notícias:


Sexta-feira, Fevereiro 08, 2008

Dia ... de conversa ...

Conversa de uma Borboleta com uma Fada ...


Enfim ... ela encontrou alguém que entendeu exatamente o que ela sentia...
Poucas pessoas entendem o que se passa no coração irreal...

(...)

** diz:
querida
**diz:
como está?
[***] diz:
estou bem.... foi bem estranho o não amor...
** diz:
que houve?
[***] diz:
mas disse minha amiga que não é triste esquecer...
[***] diz:
o casamento lembra?
[***] diz:
que eu encontrei meu passado
** diz:
sim
** diz:
e então?
[***] diz:
então eu acho que esqueci foi estranho era como se eu visse outra pessoa...
[***] diz:
senti como se não tivesse namorado tanto tempo...
** diz:
vocês ficaram?
[***] diz:
não...
[***] diz:
mas eu o vi e ele estava lá e eu também... e não senti muita coisa vendo ele....
** diz:
entendo exatamente
** diz:
você se distanciou da fantasia, quando ficou longe dele
** diz:
da fantasia que criou em torno dele
** diz:
e, agora, de longe, é possível ver o que é, de fato, menos fantástico, menos incrível, mais humano, mais meio-termo, menos príncipe
[***] diz:
é estranho não é? quando a magia se vai e a pessoa real é tão longe da pessoa que você amava...
** diz:
eu acho uma coisa:
[***] diz:
é tive bastantão tempo longe...
** diz:
nós, meninas-de-contos-de-fadas, não nos apaixonamos por pessoas, mas pela possibilidade de fantasia que as pessoas podem oferecer. ou pela capacidade que elas têm de receber a sua fantasia.
** diz:
amamos mais a criação de um presente lindo do que dar o presente à pessoa.
** diz:
é o fazer, o criar, o inventar...
[***] diz:
é encontrei uma fantasia de curta duração...alguém que me disse que quando danço é como se eu flutuasse no ar...
** diz:
e, assim, todos os que se habilitam a receber nossas fantasias, todos os que aceitam encenar contos de fada, são possíveis amores, possíveis namorados.
[***] diz:
eu gosto de coisas assim... se é muito real... é pouco encanto...
[***] diz:
e pode ter fantasia na realidade.. só que nem todos conseguem ver dessa forma... o real é meu trabalho todos meus amigos fazem parte de minha fantasia...
** diz:
o _, por exemplo. nunca foi poético, fantástico, incrível. mas, enquanto estive perto, era meu príncipe particular. ria das minhas piadas, fugia de mim em corridas desenfreadas porque sabia que eu iria morder forte. e, de fato, quem fazia a fantasia era eu. ele estava lá, como um personagem meu.
[***] diz:
os meus amores não devem ser diferentes....
** diz:
aposto que acontece com você.
[***] diz:
é no fim o _ que namorei era um personagem que entrou no meu conto de fadas enquanto durou... a poesia que eu via era porque deixava ela existir... até quando terminou... eu demorei para tirar ele do conto que as fadas já tinham deixado de voar...
** diz:
de repente, não sabemos mais se a figura amada é o cara ou a boa história que ele pode proporcionar. veja, é tênue: o cara se transforma em personagem de uma história sua, criada por você. e, infelizmente, nos últimos casos, ele não foi mais que um personagem seu, que envelheceu no papel e abandonou a peça.
** diz:
que ruim, não?
** diz:
deixa a gente amarga...
[***] diz:
que lindo... é uma conversa poética.. pode virar texto.... mas não deixamos de ser poéticas...
** diz:
é de se pensar se vale a pena construir outro castelo, convidar outro personagem para o baile...
[***] diz:
mas o preço que pagamos é ao longo de nossos livros juntarmos personagens preto e branco de uma aquarela desbotada com o correr dos dias...
** diz:
o que é raro, muito raro, eu penso, é que o moço, o namorado seja, de fato, criador da fantasia. como se o amor fosse uma peça de teatro, um livro de prosa, escrito a quatro mãos.
[***] diz:
e alguém que continua a ler e reler a mesma história por mais tempo..
** diz:
sim
** diz:
entristece saber que eu sempre levarei a lona para o circo, os tijolinhos do castelo, os lençóis de algodão para o ninho.
[***] diz:
terei eu quantos personagens? serei eu quantos personagens em meu próprio conto de fadas?
** diz:
me entristece demais saber que eu sempre vou inventar tudo e inventar mais e mais até que não haja mais o namorado, o moço real, mas apenas meu príncipe, uma caricatura.
[***] diz:
é serei eu sempre que danço enquanto flutuo.. acho que é bom fazer parte do nosso mundo por um tempo... mas as pessoas não poéticas não conseguem ser alegres sempre...
** diz:
isso.
[***] diz:
e para mim, simplesmente não faz sentido desligar a música antes do felizes para sempre..
** diz:
os moços, os moços que são promovidos a príncipes, querem beber com os amigos mais do que gostaríamos, querem dormir quando chegam em vez de preparar um leite gelado batido com toddy. querem dormir até tarde e não fazer seu café da manhã. não trarão flores nunca. nunca. você terá de comprá-las. você, a autora do continho de fadas.
[***] diz:
o meu novo enredo tinha data para o fim.. e mesmo assim me joguei no morro dos ventos... mesmo assim dancei... dormi nos braços doces de alguém que quer estar perto e não vai estar...
[***] diz:
é eu fazia coisas bonitas....
** diz:
mas há um felizes para sempre? penso que até inventamos o "para sempre". inventamos também o "felizes". o amor, eu ando dizendo, é uma quina, uma esquina, um cume. dá-se no instante mínimo de um olhar, um gesto, e, então, repete-se apagado, opaco, uma farsa, uma réplica.
[***] diz:
um amigo real disse que eu fiz demais... que eu lutei mais do que tudo com as correntes... uma luta solitária... por algo que as fantasias fingem que vale a pena....
** diz:
fazia, aposto que sim. inventou tudo, com criatividade e gentileza. inventou a cena, a história, o contexto. fez um baile todo. o príncipe aplaudiu, dançou, riu, bebeu e, por fim, partiu.
** diz:
fiz isso também. lutei como uma boa princesa corajosa - e perversa - dos livros de contos de fada. lutei por algo que não existia, que eu inventei e que, por birra, não queria deixar de ter.
[***] diz:
sim foi a triste percepção do fim. nem triste. por isso triste. foi o realizar o real que entendi. que quando a mocinha esquece o príncipe também soa triste. até mais do que sofrer de amor
** diz:
não, não é mais triste. até você cansou da historinha, não?
[***] diz:
engraçado como esquecer dói. o estranhar alguém que viveu tantos dias frios e quentes. que dançou seu corpo de todos os lados. não surtir mais o efeito inebriante da paixão e do tremer do corpo.
** diz:
esquecer, o processo, é ruim. mas constatar o esquecimento é doloroso, angustiante.
[***] diz:
sim a história ficou com um enredo intediante.. fosco. borrado até diria eu
** diz:
espiei de longe seguidas vezes um ex-príncipe. e pensava: "o que há em mim que não tenho as pernas trêmulas?" eu havia inventado. inventei até a tremedeira. e, naquele instante, não havia invenção: o desconhecê-lo era real. por ser real de verdade, é um nocaute.
[***] diz:
como um passado que eu li de outra pessoa. já não pareço eu no meu passado. aquela história já não é minha. nem dele nem de ninguém. ficou no tempo. onde as mãos de outrem ou mesmo nossas não tocarão jamais..
** diz:
nunca mais, rô. nunca mais.
** diz:
é muito mais real que "para sempre".
** diz:
e, de fato, um nunca mais é reconhecer que, ok, nunca mais será o mesmo conto de fadas, mas quem disse que não posso inventar outro?

(...)


[***] diz:
porque contos de fadas quando se tenta refazê-los ficam feios, sem graça... por isso voltar para príncipes já sapos nunca dá certo...

(...)

[***] diz:
porque as novas cores, as novas falas, o novo cenário sempre deixará a desejar da beleza de algo que foi e já não é...
** diz:
pior que isso: sem nenhuma invençãozinha que o valha...

(...)

** diz:
fica de aprendizado: fantasiar em dupla. quando ficar fantasia solitária, abandonar a história

(...)

** diz:
melhor deixar tudo calmo, sereno
** diz:
silêncio

(...)

mas não é só isso...
Desculpe usar a conversa...
Mas foi a única vez que consegui por em palavras algo como o passado...
assim tão no lugar dele.

Obrigada por existir Fada. Do mundo mágico do possível!
Alegria agora, por favor. Precisa de mais brilho em seu sorriso!
Vamos voar com as asas que nos foram dadas pela magia de acreditar na vida fantasiosa.




[acredito em fadas]

postado por: CHAFFIC FRIEND 12:49 AM Mande notícias:


Segunda-feira, Janeiro 28, 2008

Dia ... chuvoso e frio ...

Segundo o amigo Vitão uma boa idéia seria escrever sobre pessoas e lugares que eu conheço.
Lugares ainda não cheguei nem próximo de um número para minha pretensão de viajante, satisfatório.
Pessoas conheço relativamente várias. Conhecer. Porque saber que existem, isso não significa que você conheça.
Diz a lenda que você só conhece alguém quando tira férias com a pessoa, quando mora junto ou quando casa.
E por isso posso afirmar que conheço muitas pessoas.
Não darei nome aos bois porque não é justo colocar uma visão que possa ser pessoal sobre uma pessoa mesmo que seja um elogio.
Ainda mais quando é elogio. Risos. Não sou muito de rasgação de seda e quando sou a pessoa sabe muito bem o porque.
Então.. é só pensar em alguém agora.. que é o mais difícil...
E após algumas sugestões... o personagem está escolhido.
Com vocês...

“A Paiona” (é nome não vale..mas não falei nada sobre apelidos)
Conheço essa garota desde que me conheço por gente. Ou mentira. Conheço até onde é possível conhecer uma pessoa complicada como ela.
Éramos conhecidas na infância como o lado mal uma da outra. Porque tínhamos as idéias mais absurdas quando estávamos juntas e vivíamos nos batendo.
De pancadaria mesmo, acha o que? A Paiona era dos golpes baixos com direito a puxões de cabelos e mordidas.
Eu nunca fui santa também revidava com chutes e beliscões.
Mas com os anos a gente foi acalmando... ela virou uma menina trabalhadora mas continuou a manter seu lado autista e complicado.
Ninguém muda completamente a personalidade da infância. Ainda bem. Isso fez dela uma menina até hoje responsável.
E uma pessoa dedicada quando ama. Isso quem pode falar mais é o futuro marido.
Aliás um estudo que tem que ser feito é como duas pessoas jovens decidem casar no Carnaval???
Heim Paiona??? Me explica isso direitinho porque até agora não achei uma resposta razoável. Risos.
Porque afinal de contas... é uma data para fazer tudo que é cagada, mas casar não né? Kakak.
Isso é mais coisa de maio, mês das noivas. Mas enfim... Te perdôo porque te amo!
E porque família sempre fará coisas da qual você não terá a mínima idéia da razão por serem feitas.
Mas ela é muito mais que isso.. é uma pessoa boa de coração.
Dura com ela mesma e às vezes distante.
Quando está na fase mais sociável... difícil não amá-la.
Espero que você seja muito feliz... que tudo na sua vida seja mais alegre cada vez mais...
seus sonhos dependem de você, porque são parte integral de sua personalidade forte.
Uma mulher em todos os sentidos da palavra.
Uma rocha.
Uma amiga.
Um ser iluminado e completamente inexplicável.



[Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol./ Ambos existem; cada um como é.]
Fernando Pessoa

postado por: CHAFFIC FRIEND 8:02 PM Mande notícias:


Segunda-feira, Janeiro 21, 2008

Dia Feliz... 2008... Ano Feliz... Apaixonada sim, e daí?

Nossa tanto tempo sem escrever algo feliz... que acho que já nem lembro como escreve. Não como se escrevem coisas alegres.
Mas palavras em geral. Coisas felizes são indescritíveis muitas vezes. Ou você sente ou deixa passar.
Ou melhor. Não quero deixar passar!
Porque estou feliz! Como não me sentia há tanto tempo.
Acho que talvez se eu me esforçar bastante você conseguirá imaginar as letras inclinando para baixo... denunciando um sorriso nos lábios de quem escreve.
Sim feliz! Sorridente! Apaixonada!
Pela vida. Pelo futuro. Pelo presente. Por alguém especial também. E por quê não?
Bom esse texto vai ser enorme... mas a maioria nunca lê até o final mesmo. Então paciência para quem ler. E coragem para quem escreve.
Começou exatamente na meia noite do dia 01 de Janeiro. Que eu fazia contagem regressiva há um mês... algo como os últimos dias para jogar tudo que me fizesse mal para trás. Jogar mesmo. Algumas coloquei no lugar devido. Passado. Outras joguei meio que no lixo mesmo porque já não me serviriam de nada. Sinto dizer que coisas que julgava preciosas foram para lá também. Sinto não. Aliás. O não sentir fez com que eu nem precisasse mais pensar nessas coisas. A não ser agora enquanto escrevo para tentar trazer esse maravilhoso ano que começou à vida.
Estava para lá de Bagdá depois do bombardeio na virada do ano. Então eu e Berga fomos para a VEGA encontrar mais amigos. Rachamos mais uma garrafa de Vodka que foi suficiente para no meio da festa eu continuar dançando, andando... mas com uma amnésia tão incrível que boa pergunta como subi escada e abri a porta na volta. Mas era o que eu precisava mesmo! Um porre bem tomado para lavar a alma. E foi o que fiz. E sinceramente foi ótimo. Porque nem tão bêbada eu fiquei triste. Bêbado que chora sofre. Bêbado que esquece ... era porque tava se divertindo pra caralho!!!
Durante o dia uma ressaca da peste. Visita de amigos... e despedida do meu cãozinho que vinha para casa pela primeira vez e showzinho básico de uma banda doida que toca um som diferente dos que conheço.
Dia dois... algumas cervejas, porque dia primeiro não rolou. Arrumei minha mala. Porque na mesma noite eu iria para Curitiba. No busão... capote total. Um cansaço sem fim se apoderou de minha pessoa o suficiente para durar a viagem toda.
Chegando em Curitiba o Vitão foi me buscar na rodoviária e fomos para o apartamento dele dar um oi para a família e para Paçoca. Eles são pessoas muito especiais mesmo.
De lá fomos ao mercado e comprar remédio para minha garganta que estava só o pó. Passamos no mercado Municipal e compramos várias garrafas de vinho 6 eu acho que foram ou 8. Que seriam para todos os dias da Ilha. (rs) De lá uma passada no mercado para compra comida e material de limpeza. “Será que a gente leva cerveja também?” – “Ah de repente é uma boa.” – “Uma caixinha ou duas?” – “Ah vamos levar duas só no caso de precisar.” (rs) Bom essa é outra história.
Passamos deixar a prima dele em casa e seguimos rumo à Saint Etiene. O tempo estava aberto e o Vitão foi pegar ondas, eu? Tive meu primeiro momento autista mexendo na areia e pensando na vida. O mar é um dos melhores lugares para isso. Na volta pensamos em colocar umas latinhas no freezer só para beber um pouquinho enquanto eu contava toda a saga do meu ano passado. Já sem dor. Então foi uma, duas... três... enfim... quando vimos todo estoque de cervejas da ilha já tinham ido embora. Hahahaha... ou seja... uma caixinha de cerveja por cabeça. Acordei tarde meio atordoada ... o Vitão devia ter acordado fazia tempo... o suficiente para colocar os coraçõezinhos que estavam na geladeira no espeto. Fiz uma mini-maionese com o que tinha na geladeira e uma salada trama com o que estava lá também. Comi um montão. E então fomos encontrar os amigos dele em Caiobá (Bruna, Cris e Paty) no show do Blindagem. O cantor parece a Cuca do Sítio do Pica-pau Amarelo. De verdade... a Cuca do nosso tempo. Não a sarada que faz ginástica que tem agora. (rs) O show foi muito divertido... até a hora que terminou e despencou uma chuva surreal. Então o que se há de fazer??? Tomar aquele banho de chuva torrencial. Corri que nem louca... aí deu uma vontade louca de ir ao banheiro...mas não tinha lugar... aí é galera. Foi ali mesmo na corrida... com a chuva com tudo! Hahahaha... Uma das primeiras maluquices do verão. Chegamos no carro com o celular do Vitão morto já com tanta chuva que tomou. Ele não quis deixar na loja e passar para pegar de carro. Eu fui sentada no chão do carro... para não molhar o banco inteiro. Chegamos na casa, eu desci para abrir o portão... os dois carros entraram... Então olhei para frente.. tinha uma piscina... não deu outra... Eu e o Vitão tivemos a brilhante idéia de dar peixinho! Ralei meu cotovelo lógico... a piscina não era assim tão funda! (rs) Os amigos deles uma hora dessas já deviam estar abismados! “Quem é essa maluca que vai dividir a casa com a gente na ilha?!” (rs) Na verdade eu não faço idéia do que pensaram! Entramos tomamos banho.. uma fila indiana para pegar chuveiro... mas deixaram eu ir primeiro. Só porque estava encharcada. Então fiz macarrão com molho para galera... todo mundo morrendo de fome e meio bebaco.
No dia seguinte pulamos cedo. 06 da matina... jogamos tudo no carro e fomos encontrar o Dani, a Dominica, o primo do Dani que levou a gente... e o Jeff o americano que ia com a gente. Chegamos no Lobão colocamos tudo no carro e seguimos em direção à Pontal. Lá paramos no estacionamento e andamos até o local de pegar a barca. Gente... quanta mala!!! Hahahaha... parecia que iríamos ficar um mês! Pena que não era tudo isso! Enfim... Na barca fomos tocando violão e tive mais tempo para observar o tal americano que estava indo com a gente. (Não é que ele é bonito, mas é tão quieto... não fala nada...)
Chegando lá... o cachorrinho hostil... cheirando tudo e todos. Passamos de boa. Ainda bem... Nisso o tiozinho da mala...meu Deus. O cara tinha motor... sumiu junto com o Vitão... a galera tentando acompanhar... eu tentando observar o caminho para não me perder... olhando tudo achando tudo tão lindo... e pensando... Nossa... como demorei tanto para vir para cá?.... Nossa quando olhei o lugar que iríamos ficar e a casa... Fiquei muuito feliz! Que casinha mais fofa! (Cara de casa de estrangeiro mesmo!) Fiquei no quarto da frente com a Paty! Jeff e Vitão ficaram no quarto que tinha cheiro de xixi. Os casais foram para os quartos de cima que eram exatamente camas para tal. Pensei ainda bem... porque bêbada eu não subo muito menos desço essa escada! (rs)
Arrumamos as coisas na casa e seguimos rumo à praia. Nossa que lugar lindo! Não queria mais voltar!!! Colocamos a cerveja para gelar e compramos mais... é na verdade nossos cálculos de bebedeira estavam fora dos padrões! Hahahhaha....
De noite fomos fazer Luau na nossa praia... Nisso pintou um clima entre mim e Jeff. Levei ele para pular as ondinhas, para brincar de aviãozinho na areia (uma das coisas que amo fazer na praia.) Então o povo começou a cantarolar “Love history” dizem que fiquei meio brava! Rs... intriga da oposição! (rs) Sei que todo mundo subiu e fiquei na praia com o Jeff. Dançamos sem música, cantamos, conversamos um monte e ficamos abraçados. Mas por alguma razão eu não o beijei aquela noite. Pensei que ele nunca mais ia tentar nada e ia me achar uma maluca. ( Bom a segunda parte acho que ele continua achando. Rs.) Subimos e fomos dormir. De manhã fomos para a praia em frente de casa novamente... para descansar e tomar sol... e várias cervejas... como fizemos todos os dias. Em uma média de 5 caixinhas por dia, em 4 pessoas. (rs) Aquele dia na praia conversei um monte com ele... o povo ia e vinha do mar, da casa, e eu ficava ali conversando com o Portuga. No fim de tarde subimos para ver o Pôr-do-sol no Farol. Eu, Paty, Vitão, Dominica e Jeff. Nossa que lugar lindo.. Subimos literalmente no Farol.. que era um sonho antigo... fiquei muuito feliz... Nossa é emocionante. Eu sempre quis fazer isso! Na descida muitas e várias fotos! Então o Vitão: “- Vamos reproduzir a cena do Titanic, vai lá Robis e Jeff”. Nisso ele falou várias no meu ouvido... aí descemos sentamos em uma pedra, começou a esfriar... aí ele me abraçou para me aquecer. Nisso a galera desceu... falou “- Bom a gente vai nessa fiquem aí para ver as estrelas que é bem lindo.” (rs) Ficamos... aí ele veio me dar um beijo e ainda virei para pensar um pouco “- So, I’ll have to fight another day. No problem.” Então virei e dei um beijo nele. Ficamos algum tempo lá. Na volta uma escuridão que só... ainda bem que eu estava com o celular para iluminar um pouco. Nossa que medo que passamos na parte de mata fechada. Mas graças à Deus não aconteceu nada. E rimos um monte depois. Na casa o povo fez brincaderinhas mas levamos na boa. Ficamos tocando música, fazendo caipirinha e conversando até altas horas. Foi muito bom!
Outro dia praia do Belo lugar maravilhoso para ver o Pôr-do-sol mais lindo do mundo! E toda a galera da casa era muito especial. A Dominica até panqueca fez um dia pela manhã. Na trilha o homem que embalava a criança na rede mais parecia um personagem de um filme. Que lugar, que astral, que sensação. Nem queria mais saber de cidade, carros, prédios, barulho. Já preferia estar ali mesmo. No lugar onde eu estava. Para que ir embora?
Então vieram o dia da camelada até o Forte.... uma trilha fechada, um torrão que eu havia tomado pela tarde do dia anterior, e as praias lindas. O cemitério com aquela coisa mais estranha e o arrepio na espinha. É a ilha desperta nas pessoas e aumenta as sensações mediúnicas. Na real mesmo! Andamos muito para ver os golfinhos que não vieram. Mas ... valeu a pena mesmo assim! De cima do morro do forte é uma das vistas mais lindas da Ilha do Mel. Na volta paramos na Pousada Pedra da Baleia, tomamos uma caipirinha sensacional e o tal do pica-pau. Nossa que coisa deliciosa. Queria até uma garrafa. Passamos na vó da Bruna... então a turma se dividiu para volta. Uns queriam ir pela mata... Eu o maior alvo dos mosquitos da ilha... que depois merece um texto a parte, preferi ir pela praia. Então... eu, Vitão e Paty fomos caminhando na areia linda... onde os plânctons brilham no escuro quando você os chuta. Nossa aquele local é todo especial. Logo a outra turma se juntou à nossa e fomos todos juntos. Vitão, Dani, Dominica, Eu e Jeff paramos no Abutre para mais uma cervejinha e um pouco de Forró. E foi assim... praia de tarde, Farol para pôr-do-sol, Forró de noite. A pousada Plâncton com as comidas deliciosas e as pessoas mais simpáticas. O Barranco Bar com o Forró mais animado. E um sentimento que começou a tomar conta de mim. Antes ignorado, depois do vinho... aceito de bom grado! Dormi um noite inteira no puff com o Jeff fazendo carinho no meu cabelo. Foi assim especial. Nem sei como aconteceu na realidade. Mas de repente me peguei pensando nele. A despedida da Ilha foi uma chuva só... como se o céu também chorasse por irmos embora. O barco quase virando de tanto balanço. E a toalha colocada sem pedir no meus ombros para me protegerem do frio. Já em terra firme uma nostalgia já batia em todos nós. Uma sensação estranha ir embora. De noite fomos no Dani comer churras. Ficamos até bem tarde, a família dele é o máximo. A tia dele me deixou morrendo de vergonha, mas levei na boa. Depois Dani e Jeff foram comigo e com o Vitão para casa dele. Foi uma conversa estranha de despedida. Uma tristeza. Nem dormi de noite. Na subida da Serra eu em silêncio. Truque para não chorar. Ai ai... como é bom ter histórias para contar. Vou parar por aqui hoje. Tem mais... bom resumindo... Amigos do Vitão na casa deles, música boa em Vinil, almoço e jantar “junk-food” (delicioso) Ônibus de volta... dor no peito. E ainda... visitas ilustres e uma nova despedida aqui em minha casa. Sim eles vieram para cá, o Jeff também! Foi tudo até então... nesse 2008! A coisa mais especial que já poderia ter me acontecido! Obrigada amigos, obrigada Vida!
Seja bem vindo ao Blogg em nova fase! Sinta-se à vontade! Sorria e seja feliz!!!!!

PS: Faltou tanta coisa... mas farei capítulos à parte... do 01, 02, 03 & 04(Euzinha)!!!




[How I wish, how I wish you were here...]

postado por: CHAFFIC FRIEND 7:17 PM Mande notícias:


Quinta-feira, Dezembro 06, 2007

Dia ... Sobre o desenlaçar das mãos...

Uma das características que denunciam o amor são as mãos.
O fato como elas se comportam demonstram o afeto que liga duas pessoas.
É com ela que sentimos o primeiro arrepio a um leve toque, com ela que cumprimentamos para dar oi, muitas vezes com ela que dizemos adeus.
Foi com ela que me disse adeus. Foi com ela também que me deu olá.
Foram com suas mãos que me escreveu o primeiro e-mail, que me adicionou no Orkut, que me entregou o primeiro par de luvas.
Foi com ela também que me correspondia sempre e todo dia... durante meses.
Até encontrar pessoalmente. Das minhas mãos saiu o nariz de palhaço prometido. Das suas vieram os cafunés.
Das nossas exploramos todos os cantos e recantos dos nossos corpos e dos nossos dias. Com elas nos dávamos banho, nos alimentávamos,
nos afagávamos e junto a nossos braços ficávamos horas um entregue ao outro, deitados.
Aquelas mãos que me deixaram deitada no quarto. Que me deram tchau ao entrar no elevador. E que não mais estariam juntas.
Foram as mãos que também escreveram as primeiras frases frias. Elas discaram, e deram um fim ao que um dia foi tão belo. As mãos não tocaram.
Porque elas eram mãos do desespero. Da dor. Então preferiram acenar à distância. Essas mãos entraram em mim e fizeram cicatrizes talvez incuráveis.
O desenlaçar das mãos é o momento mais triste de um amor. As minhas escrevem.
Secaram também muitas lágrimas. Agora procuram escrever futuros. Todo dia.


[De um lado a poesia, o verbo, a saudade]
[Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim]
[E o fim é belo incerto... depende de como você vê]
[O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só]

[Só enquanto eu respirar]
[Vou me lembrar de você]
[Só enquanto eu respirar]


postado por: CHAFFIC FRIEND 2:34 PM Mande notícias:


Sábado, Dezembro 01, 2007

Dia de hoje ... o bom de ser imperfeita!

Já havia lido um texto parecido do mesmo autor.
Engraçado que a leitora lembre do tema, do tom da conversa e o escritor faça praticamente o mesmo texto em outra revista anos depois.
Pode ter sido proposital... ou apenas uma coincidência.
Ontem fui com meu amigo que descobri, conheço há oito anos... quem diria como os anos passam rápido. E que isso faz sentido quando ficamos mais velhos.
Então foi uma noite de conversas e encontros com outro grupo de amigas.
Que renderam outras risadas e inevitavelmente uma revolta com a política pública o que não tem saído de pauta em minhas conversas. Meu Deus! Perigo! Jornalista à vista!
Não quero virar aquela típica jornalistazinha chata! Pseudo-qualquer-coisa que vive trazendo assuntos enfadonhos para a maioria dos mortais para lugares onde não são bem vindos. Mas tudo bem... já desviei do assunto.
O texto em questão fala sobre a Yoko Ono... Isto, esta mesma, a escolhida do Sr. John Lennon. Daquele mesmo que como disse o autor nas duas vezes “era mais popular que Jesus Cristo na época” e que sim, podia ter MESMO, a mulher que quisesse.
O que o autor indaga é simples e já foi questionado por várias pessoas de várias gerações: “Por que ele escolheu aquela japinha feia, mais velha e antipática???”
Simples porque ela dever ser muito interessante.
E era aí que queria chegar.
Meu amigo Rodrigo virou para mim e falou... não entendo porque você tem essa auto-estima tão baixa Roberta, sério mesmo menina. Você é linda, inteligente, interessante... garanto que poucas pessoas tenham algo assim.
Fiquei pensando hoje e aquela noite quando cheguei em casa e talvez esse meu amigo tenha razão.
Como já escrevi uma vez então plagiar a si mesmo não é crime: Nunca fui escolhida a mais bonita ou a mais feia da turma. Acho que sequer saia em alguma dessas pesquisas comuns na quinta ou sexta série.
E acho que hoje se colocarem uma lista dessas entre os grupos de amigas ao qual pertenço provavelmente também não esteja lá. Mas vi que isso também tem suas vantagens.
Simplesmente porque homem, que seleciona uma mulher apenas por sua aparência, já não me interessa nem um pouco.
Já passei da fase do bonitinho da balada também faz anos. Raramente estou com a pessoa mais bonita do local, aquele que todo mundo vira o rosto quando passa. Não que não existam homens e mulheres extremamente bonitos e/ou bonitas e inteligentes. Mas são muito raros estes. E quando acontece normalmente a beleza veio com o correr dos dias... o que não inflou o ego da pessoa a tal ponto de tornar-se quase insuportável.
Este segundo estilo, conheço mais de um. E já fui apaixonada por eles também. O que não vem ao caso neste instante.
O que quero dizer é que muito mais que beleza o maior afrodisíaco em uma pessoa é sua inteligência, sua malícia (isso sem conotação sexual, mesmo que também a malícia possa fazer maravilhas nessas horas), e sua nesga de sarcasmo. É aquela pessoa que sabe o que dizer, quando dizer e a hora em que deve ser dita.
As frases podem surtir efeito somente quando bem colocadas.
Homens e mulheres interessantes te olham na alma. Seus olhos centram o nervo óptico e as vezes quando estão com segundas intenções, desviam o olhar para os lábios, e voltam aos olhos, e sorriem.
Raramente usam frases prontas e normalmente sabem surpreender.
E quem no mundo não gosta de ser surpreendido?
Uma pessoa que prioriza unicamente a beleza, não irá ficar mais interessante por mais livros que leia, por mais esforço que faça. E com o tempo irá perder sua única qualidade. Porque a gravidade, o sol, a fumaça, não perdoa a ninguém.
Um tríceps se constrói em 7 meses, um nariz pode ser refeito, um seio, um sorriso pode ser remodelado. Mas interiores vazios, cabeça fraca e burrice não tem concerto.
Então prefira mesmo que não for o mais bonito, prefira ser o mais interessante. À primeira vista pode não ser notado, mas ao conversar com alguém e notar o leve levantar de uma das sobrancelhas.... saiba, você está a um passo de conquistar alguém. Daqueles com quem vale a pena perder mais que uma noite em uma festa barulhenta, com cheiro de cigarro, bebidas e como diz minha amiga, normalmente um lugar “cheio de pessoas vazias”. Gi, essa frase é sensacional.



[veio de manhã molhar os pés na primeira onda, abriu os braços devagar e se entregou ao vento]

postado por: CHAFFIC FRIEND 4:20 PM Mande notícias:


Quarta-feira, Novembro 28, 2007

Dia... que a Borboleta posou no psiquiatra...

Uma das piores coisas que podem acontecer com uma pessoa é um ano de 2007. Corrijo, um ano 2007 como o meu. Se fosse resumir meu ano pareceria quase uma letra do Legião Urbana em sua fase mais deprê, ou aqueles filmes que tem um infeliz com quem acontecem todos os infortúnios.
Um colapso nervoso, breakdown no meio do nada me levou à casa de dois andares azul. Meus pais, eu, e todo o resto que me rodeiam no momento acharam que era hora de procurar ajuda profissional... já que somente minha força interior não tem feito muito por mim.
Meu horário estava marcado para as 16:00h então deixei minha casa 15 minutos antes desse horário e sai correndo feito louca para a clínica. Parei o carro do outro lado da rua sempre sem movimento, mas que justo nesse dia parecia a Av. Paulista. “EMPURRE” e foi o que fiz. Parecia uma fila de P.S. de tanta gente que estava nessa sala de espera onde atendem 3 médicos e um psicólogo. Boa tarde, tenho horário com o Dr. Osmar. Ah, sim... é um encaixe... é só sentar e aguardar. Peguei umas 3 revistas e fui procurar algum lugar vazio naquela enorme sala de espera.
Esqueci que esse doutor é Psiquiatra e Dependentes Químicos. Então no caminho até o assento todos olham para você imaginando o que te levou até ali, uns amigos cochicham, olham para os ossos no meu colo... e pensam quase em voz alta (dependência química, certeza) a mulher com a filha ao lado deve ter pensado (esquizofrenia) e assim por diante... parecem que todos procuram amenizar seu sofrimento escolhendo uma tristeza alheia que levou mais um para entupir aquele lugar. Umas 10 revistas depois e todas as encaradas do mundo... a moça me chama.
Roberta, pode me acompanhar. Aquela escada parecia tão grande quando as escadarias que levam ao Cristo Redentor... e acho que essa alusão é o que realmente a gente espera. Talvez no topo esteja a salvação dessa dor que estou sentindo.
Abre a porta um senhor bem afeiçoado (bonito mesmo) uns 50 e poucos anos e olhos cristalinos de tão azuis desses que são difíceis de encarar. Boa tarde Roberta, como está parecida com sua mãe. (Droga! Ele me conhece!) Nossa lembro de você muito pequena. Nisso meus olhos já tinham percorrido toda a sala apavorada por não encontrar um divã... e sim uma mesa como qualquer escritório ou consultório, duas cadeiras ao lado uma da outra. E atrás de nós quatro cadeiras alinhadas. (Deve ser uma terapia em grupo para os dependentes pensei.)
Sentei sem conforto algum bem no começo da cadeira, como faço quanto estou nervosa e pouco à vontade. Me diga, o que está te afligindo? Engulo seco olho para os lado, para a minha bolsa, para as mãos do doutor e começo...
Bom sinto uma dor que parece não ter fim. Esse ano todo foi muito difícil para mim... morei fora por quase dois anos, voltei a morar em Cascavel, cidade que não gosto muito (ele concordou disse também não gostar.), meus avós passaram o início do ano internado, minha cachorrinha teve que ser sacrificada, uma prima minha está com câncer tem 26 anos e tirou o útero e tudo mais, o filho de um amigo da família morreu em um acidente de moto e meu namorado de três anos terminou comigo por telefone. UFA! Despejei assim tudo porque não queria comentar todos os fatos isoladamente e ainda deixei alguns para trás, porque ficaram relativamente pequenos no meio disso tudo.
Ele olhou para mim e disse... Nossa é muita coisa para um ano só. Acho natural estar assim. (com o olhar me dizia NOSSA ESSE SEU ANO FOI UMA BOSTA MESMO!!!) Mais um pouco acho que ele abriria um Wisky e me serviria uma dose tripla sem gelo por favor.
Então disse as formas de tratamento, definiu os três tipos básicos de depressão: biológica, psíquica e esqueci o nome da terceira, relacional, causal, algo assim mas era com “e”. Descobri que duas tenho certeza, uma são coisas que trago desde a infância, outra é pelo tanto de coisa que aconteceu comigo e a terceira pode ser que eu nem precise de remédio mesmo. Ele então me encaminhou para uma psicoterapeuta. Que ligarei amanhã... falou bastante comigo disse que entende o meu sofrimento
mas que ele pode me ajudar a passar por tudo isso junto com a psicóloga. Mas mostrou a urgência dos fatos.
Sai dali pensando nas coisas que ele falou e nas que deixou subentendido.
Pensei em mim pela primeira vez ao sair dali.
E vi que tenho que me ajudar que existem mesmo pessoas que me amam e que nem sempre são as que a gente acredita que amam a gente.
Estas normalmente somem quando o cinto aperta, porque é mais fácil.
O fato é tirar de dentro de mim as coisas que me fazem sofrer utilizando exatamente o que está lá dentro.
A ajuda é só para definir o que deve ou não permanecer ali. Como dizem os sábios chineses:
“para beber vinho em uma xícara cheia de chá, antes é preciso tirar o chá.”

PS: esqueci de dizer.. não havia nenhum busto sequer de Freud. E olha que eu procurei um monte. Rs...


[eu hoje acordei tão só mais só o que eu merecia. eu acho que será pra sempre, mas sempre não é todo dia]

postado por: CHAFFIC FRIEND 6:13 PM Mande notícias:


Quinta-feira, Setembro 27, 2007

Dia ... sei lá tão todos iguais...

Ela já não sabia mais. Quem era ou o que queria.
Pouco importava sua missão no mundo, o caos instalado, a chuva lá fora.
Nenhuma confusão era tão grande quanto a que ocorria em seu interior.
Estava aflita e ao mesmo tempo, distraída.
Já não sabia lutar por seus ideais sem interferir no todo.
Sentia frio e calor, mas estava um tanto vazia.
O amor já não trazia paz de espírito nem o sorriso no rosto de outrora.
E ficava chateada pela maneira que o tempo empurrava sua vida pela janela.
Se ao menos tivesse asas... pensava.
Poderia abrir os braços e esperar por um vento tão forte que me levasse para longe e meus problemas e talvez para perto de ti.
Essa dúvida é sobre a distância, que com o poder de vôo ficaria breve e ela almeja ir bem longe.
Aqui e ali, lá e acá.
Nunca gostou da sensação de ter que ficar em um lugar apenas.
Por quê não podia ser universal?
Sofre de dúvidas, de dores, de amores e pormenores.
Ela ama, sempre!
Até sua vida besta!

[os olhos mentem dia e noite a dor da gente]

postado por: CHAFFIC FRIEND 10:16 AM Mande notícias:


Segunda-feira, Março 12, 2007

Dia ... "faz de conta que ainda é cedo.."

AVA


E naquela tarde de sol laranja, quando as nuvens o cobrem e o calor parece sair do asfalto.
Dias em que destorcida a visão vinda do chão, ela a avistou.
Na direção contrária a sua.
Chamava seu nome mas sua voz saia tão fraca que nem mesmo ela ouvia.
E gritava mais e mais alto e quanto mais tentava atingir os ouvidos daquele espectro, mais distante ficava.
Foi quando sentiu o chão abrir entre sua saia rodada.
E caiu sem parar..mas em sentido contrário... caia para o alto.
Quem via a cena de longe pensava que era o calor afetando a realidade, ninguém pode voar.
De fato não voava. Caia para o alto.
Bruscamente. Sempre em direção contrária ao som que tentava alcançar.
Já não sabia se era sonho, ilusão, devaneio. Então fechou os olhos e se deixou levar pela queda.
Se foram minutos, horas, dias, semanas, não sabe dizer.
Pode ter sido o frio que sentia de noite. A solidão. O abandono da esperança ou simplesmente o correr dos dias.
Agora o espectro era ela. A voz que emudecia era dela mesma.
Caia na realidade. Estava alta, tinha crescido. Virou adulta.
Realmente. Fazia agora, sentido a sensação de queda.
Ate aquela tarde a menina ainda carregava uma alma infantil. Um sonho perene uma realidade lúdica.
Dançava pelos corredores, fazia passos com o vento. Beijava o ar e tocava nas nuvens.
Ava, terminação de vários verbos no passado. Naquela tarde sua percepção de realidade mudou.
Como não havia crescido em sua alma _ não em um sentido ruim não me entenda mal _
aliás tinha uma alma maior que de qualquer adulto que conheço.
Então me corrijo. Não havia corrompido sua alma.
E ao acontecer isso de uma só vez... foi uma queda e tanto para o alto.
Percebeu então tudo a sua volta. Tentou chamar a infância.
Que correu em direção contrária. E não pode mais ouvi-la.
Porque crianças e adultos não falam a mesma língua.


[falAVA até com ela, já não o faz]

postado por: CHAFFIC FRIEND 1:26 AM Mande notícias:


Segunda-feira, Dezembro 11, 2006

Dia ... em Londrina... depois da aranha...

Tenho medo de aranhas, e de as coisas não darem certo.
Às vezes acho que possuo pavor da normalidade.
Quero não morar no Brasil, não possuir fins de semana e feriados.
Dormir de manhã e trabalhar de tarde ou de noite.
Não sonho com o emprego estável e a vida a pagar contas.
Almejo poder o poder do ir e vir mesmo que muitas vezes acredite que o ir é muito mais atraente.
Medo de cair na rotina, do amor preto e branco, da violência lá fora.
Acho que violentamente as coisas mudam dentro de mim o tempo todo.
Queria o sorriso nos lábios alheios com alegria pela vida que levam ou o doce abrir dos beiços da face ranzinza que me julga e me aflige.
Tenho medo de nunca ser aceita como eu sou, de o mundo continuar como está, e não ir mais...
Só de vez em quando desejaria mais dúvidas nas pessoas e menos respostas prontas.
Que olhassem o céu, o asfalto, as árvores.
Sentissem o vento, o frio, a chuva... sem que acreditassem que é parte do mundo.
Talvez se fosse raro dariam mais valor.
Medo que minha alma infantil um dia cresça e pare de prestar atenção.
Que meu coração se zangue e canse de bater... não gostaria de esquecer de amar.
Gostaria de meus amigos sempre perto e meus pais comigo.
Meus pais.
Tenho medo que eles nunca me conheçam por perderem demasiado tempo ao tentarem me fazer uma outra versão deles mesmos.
Tenho medo de fazer isso com meus filhos.
Pode ser essa a razão de não querê-los.
Medo.
Gosto.
Vontade.
Sonho.
Dúvida.
Raiva.
Saco.
Sem.
Que.
Medo.
Medo de que?


[Alice também tinha medos, alegrias e angustias no País das Maravilhas]

postado por: CHAFFIC FRIEND 2:35 PM Mande notícias:


Segunda-feira, Novembro 20, 2006

Dia ... domingo de memórias...

Decidi que vou voltar a escrever...
mas não vai ser hoje... porque não tenho realmente nada para dizer.
Estou com saudades hoje... dos meus domingos de trabalho, da companhia...
do cheirinho que ele tem.... que ninguém tem igual...do jeito como afaga meu cabelo...
e me abraça....como me olha com os olhos cheios de lágrimas e eu me sinto a pessoa mais linda e importante.
Saber que você está agora em algum lugar aqui no Brasil e não estamos juntos...
Isso é ruim...
Passei bem o fim de semana... mas poderia ter sido algo muito melhor...

é isso passei... o dia passou...
por que a saudade também não passa???

beijos... saudades....

[fica bem]sempre

postado por: CHAFFIC FRIEND 1:30 AM Mande notícias:


Sexta-feira, Agosto 04, 2006

Dia... hoje!

Saudades do que ja nao eh...

Sinto saudades...
Mas uma saudade sem remedio, sem enterro.
Sem fim.
Porque ela vive nas coisas que ja nao sao.
E por nao mais estarem ja nao podem ser findas.
Quando penso em Londrina e na saudade...
Penso na faculdade, penso em andar na rua Sergipe, na Paranagua...
Em sair no fim da aula e parar no barzinho...
E estamos todos la: eu, Bruninho, Sara, Berga, Leo, Audrey, Tatu, Talita, Lu, Hanz...
Os lugares de sempre onde iamos todas as semanas sempre como se fosse a primeira vez.
Sinto saudades de nao querer ir para aula, da comida da casa da vo.
Do apartamento que um dia vivi com a Aline, dos filmes que gostei ou nao.
Sinto saudades da amiga que me magoou... ela parecia tao inocente...
Talvez ela fosse, talvez fosse meu jeito de ve-la... sera que ela tem saudades?
Das festas na casa do Igor, onde se danca e se canta como em lugar algum...
Da grama com neblina dos acampamentos, do carreteiro do Berga, da comilanca da Sara.
Tenho saudades de ter ideias originais... ja que fiz um texto parecido com este.
Saudades da Tata... de tentar resolver os problemas dela tambem...
quando nem conseguia os meus...
de sentar no colo dela e receber cafune...
toda vez que meu coracao era partido...
e como ele era pior que quebra-cabeca mil pecas.
Queria ser crianca mais uma vez, para ver o mundo em outra perspectiva...
Para acreditar que meu pais tinha futuro!
Para que meus pais fossem menos humanos e mais herois.
Falta de sentar no colo deles como uma menina indefesa e nao uma mulher cheia de duvidas.
Saudades de quando podia ser entendida, porque meu mundo era simples.
Do meu cachorro da infancia que brincava comigo.
Das amigas que eram para sempre e ja nem sei mais quem sao.
Vestidos com fitas e saias balones.
Da forma de bauru que sumiu e nunca mais vou comer pao-de-forma que fica uma bolinnha no meio.
Andar no telhado e comer fruta do pe.
Ate de ter bicho-de-pe e chorar quando minha mae tirava com agulha com a ponta queimada no fosforo.
Sao coisas que antes talvez eu nem pensasse que sentiria tanta saudade...
Provavelmente nao!
Mas agora sei..
que vou sentir saudades de quando escrevia textos bobos assim sem importancia.
Ou quando morava nessa casa, exatamente aqui.
Das pessoas que agora conheco e que o futuro pode afastar...
Tudo que a gente passa, que a gente vive, que nos faz feliz e/ou triste...
Passageiro.
Que esvaziam o banco do presente e trazem saudades no preterito-imperfeito do futuro.



[tem horas que a gente se pergunta porque eh que nao se junta tudo numa coisa so?]

postado por: CHAFFIC FRIEND 10:43 PM Mande notícias:


Dia ... este faz tanto tempo que nem lembro quando ...

Tinha o costume de escrever no meu outro trabalho...
quando nao tinha ninguem pegava um guardanapo e rabiscava os meus pensamentos...
esse foi escrito faz tempo, num dia frio e parado...


Ela imaginara que seria dificil a hora de crescer.
Como um soco no estomago ela pensava.
Ou uma dor mais aguda.
Sabe aquela sencacao da saliva acida que queima quando engolida?
Sentia exatamente isso.
Atravessava sua garganta como uma faca com dois cortes, todos os sapos que havia engolido.
Talvez ela soubesse desde crianca o quao estranha era.
Como peca de brinquedo errada, nao encaixava em lugar algum.
Ora quieta demais ora demasiado barulhenta.
Se as vezes era calma como uma tarde de domingo, outras era brava como um sinal fechado.
As vezes pensa que e personalidade demais numa garota so.
E isso nao eh bom!
Faltam pessoas e lugares para observar.
Observadora ela eh o tempo todo.
Ama incondicionalmente quando atingida no coracao e sofre em dobro.
Sensivel.
Tal qual asas de queratina que se espedacam em mil com apenas um pouco de forca.
Mas ao mesmo tempo se regenera como estrela-do-mar e volta a ser inteira.
Nem dura tampouco mole.
Aguenta mesmo quando sucumbe, toda tolice da vida.
E como ela eh cheia delas.
Talvez a menina so quisesse morar na "Vila" onde existem acordos contra maldade,
onde o mundo fosse mais puro e seu amor pudesse ser tao respeitado quanto sua alma.
Ou o bom emprego nao fosse medido apenas por "status".
No fundo ela sempre tentou entender uns aos outros e ama-los pelo que sao.
Ao inves de censura-los e julga-los por suas proprias verdades.
Ha, pois, um mundo novo e diferente dentro de cada um,
no qual poucos tem acesso e quase ninguem, o direito de censurar.



Sei que o texto eh mal escrito e as ideias nao estao coordenadas...
Mas nao foi feito direto.
Foram frases jogadas durante uma madrugada de trabalho...
Nao estou me sentindo assim mais...
Agora sao outras duvidas, outras certezas...
Outros sonhos em outras perspectivas...
Como estao todos voces?
O que tem pensado???
O que querem???
Quem sao???
Estou com saudades...
Quero ve-los em breve.




"Veio de manha molhar o pe na primeira onda,
abriu os bracos de vagar e se entregou ao vento..."



[amor]sempre.

postado por: CHAFFIC FRIEND 12:39 AM Mande notícias:




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